Breves

O PCP é o partido da classe operária e de todos os trabalhadores. O financiamento da sua

actividade depende em mais de 90% dos fundos angariados pelos militantes, em que as

quotizações assumem uma importância destacada. Paga as tuas quotas e se possível, actualiza o

seu valor.  

 
 
 
Linhas urbanas da CP – privatização à vista? PDF 
 

O Governo apresentou recentemente às instituições da União Europeia o Programa

de Estabilidade e Crescimento (PEC). No PEC, entre outras medidas atentatórias

do interesse público e dos interesses dos trabalhadores, estão previstas mais

privatizações.

 Uma das privatizações previstas seria a das linhas suburbanas da CP.    

As linhas suburbanas do Porto da CP - Aveiro, Braga, Penafiel, Caíde, Guimarães

e Leixões - são fundamentais para a mobilidade de passageiros e cargas na Área

Metropolitana do Porto. 

As linhas suburbanas do Porto correspondem a uma das partes mais rentáveis da

CP, ou seja, juntam o cumprimento de uma importante função social e económica, a

bons resultados financeiros ( o que desperta a gula dos capitalistas, como

sempre…) 

O Estado investiu nos últimos anos milhões de euros dos contribuintes na

modernização destas linhas e na introdução de novos comboios, rápidos e

confortáveis.  

A entrega das linhas suburbanas da CP ao capital privado traria aos utentes a

mesma política praticada no chamado “comboio da ponte”, em Lisboa. Esta linha

foi entregue pelo governo PS-Guterres a uma empresa privada. Pratica horários

que são apenas do interesse da empresa e preços que são o dobro dos praticados

pela CP para igual percurso. Isto tudo, além dos milhões de euros que a dita

empresa “concessionária” recebe todos os anos do Governo – com o dinheiro dos

contribuintes – a título de “prestar um serviço público”, que de público não tem nada,

e é caro.

 

A CP é propriedade pública, nacional, paga pelos utentes e pelos contribuintes,

que são na maioria os trabalhadores. Destina-se a prestar serviços sociais e

públicos, não a engordar o capital, que não investiu nela um cêntimo. E assim se

deve manter.

     Comissão Concelhia de Valongo do PCP/ Abril de 2010
 
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